segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Espero bem que sim!!!




Por entre a obsessão do 31 com o "perigo vermelho" corporizado pelo Bloco, de vez enquanto ainda saem umas pérolas com piada.
Tal como está este já seria um grande governo a anos luz da corja de bandidos que nos tem governado, com um toque ou dois seria perfeito. 
Camaradas de vários matizes, já estivemos mais longe! 
Primeiro lutemos por o melhor resultado eleitoral possível e depois saibamos tod@s estar à altura das responsabilidades que o povo português nos conceder!

2 comentários:

Luis Rocha disse...

Que comentário te merece o artigo abaixo (de um tipo de direita como é costume em 99% da comunicação social)? A parte final, sobre o PCP, parece-me imbecil, mas para mim esse ódio da direita ao PCP é um elogio.

http://www.ionline.pt/conteudo/23273-socrates-admite-aliancas--esquerda
Em 2005, um homem preocupado com a "governabilidade" andou a convencer José Sócrates a falar com o Bloco de Esquerda. Chamava-se António Costa e acreditava firmemente que só seria possível aguentar um governo minoritário com um acordo com os bloquistas em ascensão. A chaga dos governos guterristas de geometria variável que redundaram no "pântano" estava demasiado próxima para que a repetição da aventura passasse pelas cabeças dos socialistas mais experientes.

José Sócrates aceitou a estratégia e convenceu-se que se o PS tinha que fazer pontes para algum lado, o Bloco de Esquerda seria o parceiro mais realista. Como o CDS tinha estado no governo com o PSD, estava fora de questão. Fazer um bloco central era inimaginável. À excepção do acordo autárquico em Lisboa, as relações PS-PCP foram sempre difíceis. O Bloco apareceu a Sócrates como uma hipótese de aliança, mas não foi preciso: conseguiu a primeira maioria absoluta da história do PS e não precisou de falar com mais ninguém.

E agora? Pela primeira vez na vida, o cenário regressa, embora todos os contendores fujam de falar nele em público. Óbvio: qualquer palavra a mais pode prejudicar um voto no próprio partido e ninguém é suicida. Mas, esta semana, em entrevista à Antena 1, José Sócrates pela primeira disse essa palavra a mais. "Eu aprendi desde cedo que a democracia é o reino do compromisso, impõe compromissos". O PS procurará "um compromisso" em nome de uma "solução estável para assegurar a governabilidade". Foi isso que Maria Flor Pedroso lhe arrancou a ferros: inicialmente, o secretário-geral do PS não estava disponível para abandonar a cassete do "não antecipar cenários", que acabam por ser "um desrespeito pelos portugueses".

Continuar a ler...
http://www.ionline.pt/conteudo/23273-socrates-admite-aliancas--esquerda

Abraço,
Luís Rocha

Luis Rocha disse...

A propósito do video dos aristocratas pós-modernos, o mais ridículo de tudo isso, é dizer que seria o Sócrates como primeiro ministro que escolheria este gabinete vermelho.

Como sempre a direita mostra a miséria que é o seu sentido de humor.