quarta-feira, 15 de julho de 2009

No prado uma pequena flor desponta... Erika



On the heath a little flower blooms
and it's called: Erika.
Hot from a hundred thousand little bees
that swarm over Erica
because her heart is full of sweetness,
her flowery dress gives off a delicate scent.
On the heath a little flower blooms
and it's called: Erika.

Back home lives a little farm maid
and she's called: Erika.
This girl is my faithful little darling
and my good fortune, Erika.
When the flower on the heath blooms red-lilac,
I sing her this song in greeting.
On the heath a little flower blooms
and it's called: Erika.

Another little flower blooms in my small room
and it's called: Erika.
Already in the first rays of the morning, as well as at dusk,
it looks at me, Erika.
And then it seems to me it speaks aloud:
"Are you also thinking of your little bride?"
Back home a farm maid weeps for you
and she's called Erika.

Esta música em contraponto com estas, parece estar nos antípodas... e até está, mas não como parece à primeira vista...
"No prado uma pequena flor desponta... ela chama-se... Erika"
"Quando a flor no prado desponta em vermelho-lilás, canto esta canção para ela"
É a flor no campo e a inocente menina, a querida pequena, em casa, à espera... À espera destes senhores que cantavam esta canção, neste contexto...



Pois é sobre as mais doces e inocentes aparências escondem-se, por vezes, os maiores crimes... Há que ver para além da forma e superfície das coisas (embora isso tb tenha a sua importância) para se perceber a sua verdadeira natureza, e fundamental, o contexto. Parece lapaliciano, mas é impressionante quanto a malta fica fixada com o folclore sem conseguir ver para além disso...

1 comentário:

Sara L. Miranda disse...

Que belo post e blogue! bj