quarta-feira, 8 de abril de 2009

Ocupar Lisboa II, o desafio da sustentabilidade

Aqui estão dois trabalhos que fiz no âmbito do meu mestrado (ou Master lol), são ambos acerca dos problemas de transportes em Lisboa e de como dar uma resposta política a eles. Se quiserem ver mais podem consultar em baixo na barra direita ou directamente aqui.

São um tanto ou quanto generalistas mas a ideia era mesmo essa vejam e comentem sff. Seria óptimo ter algum feedback. Vou ver se traduzo e sintetizo e mando para as Políticas de Igualdade do BE.



O de cima é o primeiro, acho que está um pouco melhor, o segundo não é igual e acrescenta algumas ideias, mas n sei... mm assim podia ter feito melhor. O próximo trabalho que tenho a fazer é sobre o TGV e os caminhos de ferro em Portugal.



Espero que gostem!

Os Anexos do I estão aqui, os anexos do II estão aqui.

2 comentários:

Nuno Vieira Matos disse...

Lisboa necessita, sem dúvida, de uma outra abordagem. Qualquer coisa como Lisboa para as pessoas!

Luis Rocha disse...

Ainda não li bem o segundo mas gostei muito das ideias de ambos os trabalhos.

A questão do transporte vai ser fundamental nos próximos anos já que a crise do petróleo está apenas adormecida e voltará com ainda mais força do que a que teve nos últimos 2 anos. Está se a atingir o "pico do petróleo", algo tão certo quanto esta energia ser finita e não renovável (a propósito ver abaixo, Oil, Smoke and Mirrors legendado em português no youtube).
http://www.youtube.com/watch?v=7hEH7hqZSXs

E não poderia deixar de aplaudir a defesa que fazes do poder popular e democracia participativa, cujos mecanismos teriam ser muito aprofundados para superar a actual situação de domínio de poderes políticos pro-patronais e corruptos tanto ao nível municipal como central.

No final do primeiro trabalho falas que podes ter sido romântico em demasia, mas o contrário é que é verdade, os actuais governantes é que são utópicos em achar que a cleptocracia mafiosa reinante pode ser durável, numa época em que o sistema está a cair de podre.

Exigir a mudança é que é ser realista! Só a revolução nos tira deste buraco!

Um abraço,
Luís Rocha