Caro Faustino: Concordo com quase tudo o que disseste.
O quase que falta para o tudo é o que diz respeito ao penúltimo parágrafo: Usas jargão que sabes que marca terreno ideológico. Mas eu penso que respeitar a autodeterminação dos povos é mesmo isso: respeitar. Não nos cabe a nós dizer qual a receita para o Tibete, eles têm uma organização política própria, eles deverão poder escolher se querem ser apenas uma provincia autónoma da China ou uma país completamente independente, mesmo com o risco de virem a ser um protectorado. Aceitar os principios da autodeterminação não pode ser sucedido pela palavra "todavia". Ou se aceita ou não se aceita. ponto.
O quase que falta para o tudo é o que diz respeito ao penúltimo parágrafo: Usas jargão que sabes que marca terreno ideológico. Mas eu penso que respeitar a autodeterminação dos povos é mesmo isso: respeitar. Não nos cabe a nós dizer qual a receita para o Tibete, eles têm uma organização política própria, eles deverão poder escolher se querem ser apenas uma provincia autónoma da China ou uma país completamente independente, mesmo com o risco de virem a ser um protectorado. Aceitar os principios da autodeterminação não pode ser sucedido pela palavra "todavia". Ou se aceita ou não se aceita. ponto.


